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Subsistema SoC
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Visão Geral
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O subsistema SoC é um local de agregação para códigos específicos de SoC
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(System on Chip). Os principais componentes do subsistema são:
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* Devicetrees (DTS) para ARM de 32 e 64 bits e RISC-V.
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* Arquivos de placa (board files) ARM de 32 bits (arch/arm/mach*).
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* Defconfigs ARM de 32 e 64 bits.
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* Drivers específicos de SoC em diversas arquiteturas, em particular para ARM de
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* 32 e 64 bits, RISC-V e Loongarch.
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Estes "drivers específicos de SoC" não incluem drivers de clock, GPIO, etc., que
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possuem outros mantenedores de alto nível. O diretório ``drivers/soc/`` é
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geralmente destinado a drivers internos do kernel que são usados por outros
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drivers para fornecer funcionalidades específicas do SoC, como identificar uma
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revisão do chip ou fazer a interface com domínios de energia.
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O subsistema SoC também serve como um local intermediário para alterações em
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``drivers/bus``, ``drivers/firmware``, ``drivers/reset`` e ``drivers/memory``.
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A adição de novas plataformas, ou a remoção de existentes, geralmente passa pela
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árvore SoC como um branch dedicado cobrindo múltiplos subsistemas.
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A árvore principal do SoC está hospedada no git.kernel.org:
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https://git.kernel.org/pub/scm/linux/kernel/git/soc/soc.git/
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Mantenedores
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Claramente, esta é uma gama bastante ampla de tópicos, que nenhuma pessoa, ou
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mesmo um pequeno grupo de pessoas, é capaz de manter. Em vez disso, o
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subsistema SoC é composto por muitos submantenedores (mantenedores de
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plataforma), cada um cuidando de plataformas individuais e subdiretórios de
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drivers.
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Nesse sentido, "plataforma" geralmente se refere a uma série de SoCs de um
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determinado fornecedor, por exemplo, a série de SoCs Tegra da Nvidia. Muitos
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submantenedores operam em nível de fornecedor, sendo responsáveis por várias
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linhas de produtos. Por diversos motivos, incluindo aquisições ou diferentes
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unidades de negócios em uma empresa, as coisas variam significativamente aqui.
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Os diversos submantenedores estão documentados no arquivo ``MAINTAINERS``.
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A maioria desses submantenedores possui suas próprias árvores onde preparam os
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patches, enviando pull requests para a árvore SoC principal. Essas árvores são
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geralmente, mas nem sempre, listadas em ``MAINTAINERS``.
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O que a árvore SoC não é, contudo, é um local para alterações de código
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específicas da arquitetura. Cada arquitetura possui seus próprios mantenedores
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que são responsáveis pelos detalhes arquiteturais, erratas de CPU e afins.
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Submetendo Patches para um Determinado SoC
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Todos os patches típicos relacionados à plataforma devem ser enviados por meio
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dos submantenedores de SoC (mantenedores específicos da plataforma). Isso inclui
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também alterações em defconfigs por plataforma ou compartilhadas. Note que
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``scripts/get_maintainer.pl`` pode não fornecer os endereços corretos para a
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defconfig compartilhada; portanto, ignore sua saída e crie manualmente a lista
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de CC baseada no arquivo ``MAINTAINERS`` ou use algo como
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``scripts/get_maintainer.pl -f drivers/soc/FOO/``.
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Submetendo Patches para os Mantenedores Principais de SoC
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Os mantenedores principais de SoC podem ser contatados via o alias
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soc@kernel.org apenas nos seguintes casos:
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1. Não existem mantenedores específicos para a plataforma.
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2. Os mantenedores específicos da plataforma não respondem.
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3. Introdução de uma plataforma SoC completamente nova. Tal trabalho de novo SoC
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deve ser enviado primeiro para as listas de discussão comuns, indicadas por
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``scripts/get_maintainer.pl``, para revisão da comunidade. Após uma revisão
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positiva da comunidade, o trabalho deve ser enviado para soc@kernel.org em
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um único conjunto de patches (*patchset*) contendo a nova entrada em
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``arch/foo/Kconfig``, arquivos DTS, entrada no arquivo ``MAINTAINERS`` e,
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opcionalmente, drivers iniciais com seus respectivos bindings de Devicetree.
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A entrada no arquivo ``MAINTAINERS`` deve listar os novos mantenedores
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específicos da plataforma, que serão responsáveis por lidar com os patches
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da plataforma de agora em diante.
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Note que o endereço soc@kernel.org geralmente não é o local para discutir os
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patches; portanto, o trabalho enviado para este endereço já deve ser
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considerado aceitável pela comunidade.
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Informações para (novos) Submantenedores
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À medida que novas plataformas surgem, elas frequentemente trazem consigo novos
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submantenedores, muitos dos quais trabalham para o fornecedor do silício e podem
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não estar familiarizados com o processo.
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Estabilidade da ABI do Devicetree
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Talvez um dos pontos mais importantes a destacar é que os *dt-bindings*
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documentam a ABI entre o devicetree e o kernel. Por favor, leia
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``Documentation/devicetree/bindings/ABI.rst``.
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Se estiverem sendo feitas alterações em um DTS que sejam incompatíveis com
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kernels antigos, o patch do DTS não deve ser aplicado até que o driver seja, ou
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em um momento apropriado posterior. Mais importante ainda, quaisquer alterações
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incompatíveis devem ser claramente apontadas na descrição do patch e no pull
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request, juntamente com o impacto esperado nos usuários existentes, como
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bootloaders ou outros sistemas operacionais.
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Dependências de Branch de Driver
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Um problema comum é a sincronização de alterações entre drivers de dispositivos
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e arquivos de devicetree. Mesmo que uma alteração seja compatível em ambas as
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direções, isso pode exigir a coordenação de como as mudanças são mescladas
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através de diferentes árvores de mantenedores.
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Geralmente, o branch que inclui uma alteração de driver também incluirá a
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mudança correspondente na descrição do binding do devicetree, para garantir que
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sejam, de fato, compatíveis. Isso significa que o branch do devicetree pode
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acabar causando avisos na etapa ``make dtbs_check``. Se uma alteração de
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devicetree depender de adições ausentes em um arquivo de cabeçalho em
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``include/dt-bindings/``, ela falhará na etapa ``make dtbs`` e não será mesclada.
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Existem várias maneiras de lidar com isso:
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* Evite definir macros personalizadas em ``include/dt-bindings/`` para constantes
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de hardware que podem ser derivadas de um datasheet -- macros de binding em
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arquivos de cabeçalho devem ser usadas apenas como último recurso, se não
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houver uma maneira natural de definir um binding.
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* Use valores literais no arquivo devicetree em vez de macros, mesmo quando um
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cabeçalho for necessário, e altere-os para a representação nomeada em um
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lançamento posterior.
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* Adie as alterações do devicetree para um lançamento após o binding e o driver
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já terem sido mesclados.
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* Altere os bindings em um branch imutável compartilhado que seja usado como
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base tanto para a alteração do driver quanto para as alterações do devicetree.
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* Adicione definições duplicadas no arquivo devicetree protegidas por uma seção
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``#ifndef``, removendo-as em um lançamento posterior.
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Convenção de Nomenclatura de Devicetree
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O esquema geral de nomenclatura para arquivos de devicetree é o seguinte. Os
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aspectos de uma plataforma que são definidos no nível do SoC, como núcleos de
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CPU, são contidos em um arquivo nomeado ``$soc.dtsi``, por exemplo,
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``jh7100.dtsi``. Detalhes de integração, que variam de placa para placa, são
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descritos em ``$soc-$board.dts``. Um exemplo disso é
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``jh7100-beaglev-starlight.dts``. Frequentemente, muitas placas são variações
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de um mesmo tema, e é comum haver arquivos intermediários, como
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``jh7100-common.dtsi``, que ficam entre os arquivos ``$soc.dtsi`` e
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``$soc-$board.dts``, contendo as descrições de hardware comum.
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Algumas plataformas também possuem *System on Modules* (SoM), contendo um SoC,
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que são então integrados em diversas placas diferentes. Para essas plataformas,
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``$soc-$som.dtsi`` e ``$soc-$som-$board.dts`` são típicos.
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Os diretórios geralmente são nomeados após o fornecedor do SoC no momento de sua
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inclusão, o que leva a alguns nomes de diretórios históricos na árvore.
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Validando Arquivos de Devicetree
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``make dtbs_check`` pode ser usado para validar se os arquivos de devicetree
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estão em conformidade com os *dt-bindings* que descrevem a ABI. Por favor, leia
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a seção "Running checks" de ``Documentation/devicetree/bindings/writing-schema.rst``
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para mais informações sobre a validação de devicetrees.
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Para novas plataformas, ou adições a plataformas existentes, ``make dtbs_check``
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não deve adicionar nenhum aviso (*warning*) novo. Para SoCs RISC-V e Samsung, é
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exigido que ``make dtbs_check W=1`` não adicione nenhum novo aviso.
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Se houver qualquer dúvida sobre uma alteração de devicetree, entre em contato
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com os mantenedores de devicetree.
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Branches e Pull Requests
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Assim como a árvore SoC principal possui vários branches, espera-se que os
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submantenedores façam o mesmo. Alterações de drivers, defconfig e devicetree
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devem ser todas divididas em branches separados e aparecer em pull requests
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distintos para os mantenedores de SoC. Cada branch deve ser utilizável por si só
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e evitar regressões originadas de dependências em outros branches.
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Pequenos conjuntos de patches também podem ser enviados como e-mails separados
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para soc@kernel.org, agrupados nas mesmas categorias.
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Se as alterações não se encaixarem nos padrões normais, pode haver branches de
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nível superior adicionais, por exemplo, para uma reformulação em toda a árvore
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(*treewide rework*) ou a adição de novas plataformas SoC, incluindo arquivos dts
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e drivers.
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Branches com muitas alterações podem se beneficiar ao serem divididos em
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branches de tópicos separados, mesmo que acabem sendo mesclados no mesmo branch
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da árvore SoC. Um exemplo aqui seria um branch para correções de avisos de
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devicetree, um para uma reformulação e um para placas recém-adicionadas.
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Outra forma comum de dividir as alterações é enviar um pull request antecipado
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com a maioria das mudanças em algum momento entre rc1 e rc4, seguido por um ou
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mais pull requests menores no final do ciclo, que podem adicionar alterações
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tardias ou resolver problemas identificados durante os testes do primeiro
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conjunto.
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Embora não haja um prazo limite para pull requests tardios, ajuda enviar apenas
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branches pequenos à medida que o tempo se aproxima da janela de mesclagem
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(*merge window*).
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Pull requests para correções de bugs (*bugfixes*) da versão atual podem ser
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enviados a qualquer momento, mas, novamente, ter múltiplos branches menores é
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melhor do que tentar combinar muitos patches em um único pull request.
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A linha de assunto de um pull request deve começar com "[GIT PULL]" e ser feita
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usando uma tag assinada, em vez de um branch. Esta tag deve conter uma breve
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descrição resumindo as alterações no pull request. Para mais detalhes sobre o
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envio de pull requests, consulte ``Documentation/maintainer/pull-requests.rst``.
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Propósito dos Defconfigs
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Defconfigs são usados principalmente pelos desenvolvedores do kernel, porque as
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distribuições têm suas próprias configurações. Uma mudança que adiciona novas
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opções CONFIG a um defconfig deve explicar por que os desenvolvedores do kernel
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em geral gostariam de tal opção, por exemplo, fornecendo o nome de uma máquina/placa
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suportada usando essa nova opção. Isso implica que habilitar opções em defconfig
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para máquinas não upstream não deve ser aceito.
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